Americana realiza Festival Raízes Vivas de cultura afro-brasileira em 19 e 20 de novembro

Atividades gratuitas começam às 10h, no Centro de Memória Afroamericanense Dionysio, com exposições, oficinas, apresentações musicais e feira de economia criativa

Fonte: Redação HJ News, com informações de Governo de SP

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Festival de Cultura Afro-Brasileira

Foto: Reprodução/Governo de SP

A Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, realiza nos dias 19 e 20 de novembro o Festival de Cultura Afro-Brasileira Raízes Vivas. As atividades são gratuitas e acontecem a partir das 10h nos dois dias, no Centro de Memória Afroamericanense Dionysio, anexo do Casarão Salto Grande, na Avenida João Nicolau Abdalla, 5.005.

A programação coincide com o Dia da Consciência Negra, lembrado em 20 de novembro, e foi apresentada pelo município como uma celebração da ancestralidade, da memória, da identidade e da diversidade artística brasileira. O evento tem produção do Ponto de Cultura Associação de Capoeira Motta e Cultura Afro (ACMCA), conta com o apoio do Conselho Municipal de Cultura e é financiado pelo Fundo Municipal de Cultura.

A proposta é reunir artistas, fazedores de cultura e pontos de cultura de Americana em um encontro de saberes, tradições e expressões artísticas ligadas à cultura negra. Segundo a divulgação oficial, a grade inclui exposições, rodas de conversa, gastronomia, oficinas de dança e capoeira, feira de economia criativa e apresentações musicais de diversos estilos.

Na quinta-feira (19), o festival começa com a abertura das exposições e visitação de escolas. Estão previstas as mostras "Legado Vivo" e "Para Além do Quarto de Despejo", ambas abertas ao público, além da roda de conversa "Memória Viva: Heranças e Pertencimento".

Na sexta-feira (20), a programação tem a abertura oficial do festival e uma visita guiada intitulada "Conhecendo Dyonizio". Pela manhã e ao longo do dia, estão previstas oficinas de dança afro e percussão com Isabely Motta, do Ponto de Cultura ACMCA, e de capoeira angola com Naná, do grupo Angoleiros Interior. Também há um aulão de capoeira com Mestre Nanico, do Ponto de Cultura Raízes e Lutas, uma oficina de ritmos com Marcela Rodrigues, do ACMCA, e uma dança terapia conduzida pela Contramestra Áurea, do Ponto de Cultura Candeeiro.

As apresentações de sexta-feira incluem um almoço com feijoada típica e shows e demonstrações de grupos da cidade. Entre eles estão o maculelê do Projeto Força e Fé, da Associação Cultural e Desportiva Força, o pagode de Robson Cruz e Amigos, o maracatu do Ponto de Cultura Estação Quilombo, o hip-hop do Connection 019 e uma roda de capoeira do Coletivo Salvaguarda Americana-SP.

As intervenções completam a agenda. Haverá feira de economia criativa com artistas locais, pintura com a grafiteira Laryssa (Peace) e tranças com o trancista Noam Motta. O festival será encerrado com a premiação dos Destaques da Cultura Afro.

O material divulgado não informa o horário de início de cada oficina, apresentação ou atividade isolada, nem o horário do encerramento e da premiação. Também não constam telefone ou canal específico para inscrição nas oficinas, o que indica que o público deve buscar a programação diretamente com a Prefeitura para confirmar essas informações antes de comparecer.

As atividades têm entrada gratuita e são abertas ao público, segundo a divulgação, e o programa para o público infantil e escolar aparece na visitação de escolas do primeiro dia. A proximidade do fim de semana e o caráter gratuito tendem a ampliar a procura pelo espaço, mas o município não informou previsão de público.

A grade completa segue como se apresenta no material oficial: exposições e roda de conversa na quinta-feira (19), e abertura, oficinas, apresentações e premiação na sexta-feira (20), com a visita guiada ao Centro de Memória Afroamericanense Dionysio como ponto de partida das atividades do segundo dia.