Um prédio comercial de quatro andares desabou na noite de sexta-feira (6), na Rua Maria Joaquina, 192, no Brás, região central de São Paulo. O chamado foi registrado pelo Corpo de Bombeiros às 18h38. Até o fechamento desta matéria, não havia confirmação oficial de mortes, mas o número de feridos variava conforme a fonte, de cerca de quatro a 27.
Segundo o Corpo de Bombeiros, citado pela imprensa, o prédio ruiu por volta das 18h38. A capitã Karoline Magalhães, porta-voz da corporação, afirmou que havia pessoas no local no momento do desabamento e que 35 pessoas estavam no imóvel. Outras fontes falam em 20 ou 25 pessoas, números que ainda não foram confirmados oficialmente.
A Polícia Militar informou que pelo menos 27 pessoas ficaram feridas, quatro delas encaminhadas a UPAs. Entre os feridos estavam trabalhadores que faziam a descarga de mercadorias no momento do colapso. Outros balanços, divulgados em horários diferentes da noite, apontaram quatro feridos, o que reflete atualizações distintas da ocorrência.
Equipes de bombeiros e policiais militares foram mobilizadas em número que variou entre 48 e 51 bombeiros e entre 16 e 17 viaturas, conforme a fonte. O local foi totalmente isolado pelas duas corporações. Bombeiros usaram cães farejadores para checar possíveis vítimas nos escombros.
Durante a noite, a Defesa Civil foi ao local para avaliar se os prédios vizinhos precisarão ser interditados, informou a reportagem do Metrópoles. Não há, até o momento, informação oficial sobre a interdição desses imóveis.
Sobre as causas, não há conclusão oficial. Testemunhas relataram que o colapso ocorreu enquanto trabalhadores descarregavam rolos de tecido para os andares superiores. A Polícia Civil apresentou a hipótese de que a carga dos contêineres pode ter contribuído para a queda, mas se trata de versão preliminar, sem laudo pericial concluído.
A função do imóvel também é descrita de formas diferentes: algumas fontes falam em loja de roupas, outras em depósito ou fábrica de tecidos. A Agência SP, do governo do estado, descreveu a ocorrência como desabamento do teto de uma loja de roupas.
Versões divergentes também existem sobre pessoas que possam ter ficado presas. Uma das fontes falou em quatro possíveis soterrados; outra informou que, por volta das 20h, não havia mais ninguém nos destroços com base na lista de trabalhadores. Essas informações precisam de confirmação dos bombeiros.
O prédio fica em um dos principais polos de comércio popular de confecções da capital paulista, o que tende a movimentar lojas e trabalhadores de diferentes regiões. A ocorrência ainda será objeto de apuração pelos órgãos competentes, e a expectativa é de novos balanços oficiais nas próximas horas.





