Após diálogo sobre inclusão no esporte, CPC inicia projeto de dança para pessoas com deficiência visual em Americana

Fonte: Acessória de Imprensa

Compartilhar

Foto de Redação HJ News

Redação HJ News

Notícias em tempo Real!

Foto: Divulgação

Uma conversa que começou durante uma visita ao Centro de Promoção à Cidadania da Pessoa com Deficiência Visual (CPC) acaba de se transformar em uma importante iniciativa de inclusão. A partir do próximo dia 20 de julho, o CPC dará início ao seu novo projeto de dança para pessoas com deficiência visual, ampliando as oportunidades de atividade física, convivência e qualidade de vida para esse público.

A implantação do projeto surgiu após uma visita realizada pelo vereador Renan de Angelo ao CPC, ocasião em que foi recebido pela coordenadora técnica Silmara Fahl Pinheiro e pela Rosimary Favarelli Toledo, integrantes da equipe da instituição. Também participou do encontro o professor de dança Stefanny Sampaio Silva Barreto, que ficará responsável pela condução das aulas.

Durante a reunião foram discutidas alternativas para ampliar as oportunidades de esporte, atividade física e inclusão para pessoas cegas e com baixa visão atendidas pelo CPC. Entre as propostas apresentadas, ganhou força a criação de uma atividade de dança adaptada, que foi acolhida pela instituição e rapidamente transformada em projeto.

As aulas terão início no dia 20 de julho e acontecerão, neste primeiro momento, quinzenalmente. Antes mesmo da estreia, a iniciativa já demonstra excelente receptividade: seis participantes já realizaram inscrição, evidenciando a demanda existente por atividades inclusivas voltadas às pessoas com deficiência visual em Americana.

Para o vereador Renan de Angelo, a conquista demonstra que o diálogo entre o Poder Público, entidades sociais e profissionais comprometidos pode gerar resultados concretos.

“Quando estivemos no CPC, nosso objetivo era justamente discutir maneiras de ampliar as oportunidades para as pessoas com deficiência visual. É muito gratificante ver que uma conversa se transformou rapidamente em uma ação concreta que já começa beneficiando a população.”

O professor Stefanny Sampaio Silva Barreto, responsável pelas aulas, conduzirá um trabalho desenvolvido especialmente para atender pessoas com deficiência visual, utilizando recursos como comandos verbais, percepção auditiva, contato guiado e exercícios de orientação corporal, garantindo segurança e participação de todos os alunos.

Mais do que uma expressão artística, a dança é reconhecida pelos benefícios físicos, emocionais e sociais que proporciona. Estudos apontam que atividades corporais adaptadas favorecem o desenvolvimento do equilíbrio, da coordenação motora, da consciência corporal e da orientação espacial, além de fortalecerem a autoestima, a autonomia e os vínculos sociais.

A prática em grupo também contribui para combater o isolamento social, estimular a convivência e promover saúde mental, aspectos fundamentais para uma melhor qualidade de vida das pessoas com deficiência visual.

Renan também destacou a receptividade da equipe do CPC e agradeceu o empenho das profissionais Silmara Fahl Pinheiro e Rosimary Favarelli Toledo, além da dedicação do professor Stefanny Sampaio Silva Barreto, que abraçou a proposta desde o início.

“A inclusão acontece quando criamos oportunidades. Cada novo projeto amplia horizontes, fortalece a autonomia e mostra que todas as pessoas têm direito ao esporte, à cultura, ao lazer e à convivência. Quero agradecer ao CPC por acreditar nessa ideia e ao professor Stefanny por assumir esse desafio tão importante.”

A expectativa é que, com o sucesso das primeiras turmas, o projeto possa crescer, atender um número ainda maior de participantes e servir de inspiração para novas iniciativas voltadas ao esporte, à cultura e à inclusão em Americana.