A vereadora Jacira Chávare (Republicanos) recebeu ofício da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos detalhando as ações que a Administração realiza com propósito de garantir a segurança, após o registro do boletim de ocorrência, de mulheres vítimas de violência na cidade. A resposta faz parte do requerimento 476/25 aprovado pela Câmara na sessão do dia 3 de junho.
Entre as ações desenvolvidas, de acordo com a secretaria, está o encaminhamento das vítimas para uma rede intersetorial de proteção que envolve saúde, habitação, educação, Defensoria Pública, Ministério Público e, quando necessário, acolhimento institucional pela Casa Abrigo e Casa de Passagem Feminina.
Ainda de acordo com a Prefeitura, as mulheres vítimas de violência são acolhidas por equipe técnica composta por assistente social e psicóloga, que realizam escuta qualificada, avaliação de risco e elaboração de plano de acompanhamento individual, considerando as necessidades e especialidades de cada caso. Além disso, em casos de risco iminente, há articulação com as autoridades competentes para a aplicação de medidas protetivas de urgência e retirada do agressor do lar, quando cabível, e ainda encaminhamento para a Casa Abrigo, onde as mulheres são acolhidas com seus filhos.
“A proteção às mulheres vítimas de violência é crucial por uma série de razões que impactam diretamente a vida das mulheres e a sociedade como um todo. A principal importância da proteção é romper o ciclo de violência e garantir a segurança física e psicológica da mulher”, afirmou Jacira.
PRÓXIMOS PASSOS. A vereadora disse ainda que, com base nas respostas oferecidas pela Prefeitura, vai propor novas medidas efetivas que possam ampliar o sistema de proteção às mulheres vítimas de violência, inclusive – e principalmente – em relação à segurança financeira. “Está mais do que claro que para conseguir livrá-la do ciclo da violência, é preciso garantir estabilidade financeira mínima. Ela precisa ter condição de garantir sua segurança física e psicológica, e também a de seus filhos. A mulher que acha que seu filho passará fome ou ficará desprovido desiste de buscar ajuda. Sem achar uma saída para o problema financeiro, seguem aguentando a rotina de agressões, sem denunciar os autores da violência”, explicou Jacira.









